Speaker Tour Forteo - Saúde da Mulher (osteoporose)

12 de Novembro de 2009 @ 16:15 por OptionMaker - Paulo Peres

osteoporose - osteoporose A osteoporose é um processo degenerativo no qual há uma perda progressiva da resistência dos ossos, levando a uma maior fragilidade do esquelto e, portanto, a uma maior incidência de fraturas em seus portadores.
O sexo feminino é muito mais atingido pela osteoporose do que o masculino. Entre os 50 e 75 anos de idade, o número de mulheres com esse problema é seis vezes maior do que o do homem. Após os 75 anos, o número de casos entre as mulheres é o dobro daquele registrado entre os homens. A deficiência hormonal (estrogênica), típica da pós-menopausa, é apontada como um dos fatores responsáveis por essa desproporção. Outros fatores, como a raça (branca ou asiática), a concomitância de outras doenças (hipertiroidismo, etc), antecedentes familiares, o uso de medicamentos (corticóides, etc), o alcoolismo, o fumo, a vida sedentária, a pouca exposição a luz solar e uma dieta pobre em cálcio, também concorrem para a instalação da fragilidade óssea com o avançar da idade.
A osteoporose não tem cura. O que os novos medicamentos fazem é recuperar parte da massa óssea e impedir a progressão da doença. O foco é criar condições para proporcionar maior qualidade de vida aos portadores.
A OptionMaker esteve presente no projeto SPEAKER TOUR - Forteo . Foram reuniões com médicos especialistas, que aconteceram em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, também no XIV ENCONTRO DE REUMATOLOGIA AVANÇADA, e na 4ª Jornada Mineira de Reumatologia.
Tivemos a oportunidade de aplicar o sistema de Instantâneo Feedback e contribuir nas apresentações dos estudos de casos das Dras. Marise Lazaretti Castro, Vera Lúcia Szejnfeld , Mary Ellen Perron, e Dra. Cristina Lanna.

I Congresso da Memória – NUDEC – São Paulo/SP

24 de Outubro de 2009 @ 17:49 por OptionMaker - Paulo Peres

nudec - nudec
NÚCLEO DE ENVELHECIMENTO CEREBRAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO (NUDEC-UNIFESP) surgiu em 2003 para atender uma necessidade da população da cidade de São Paulo como iniciativa dos médicos das disciplinas de Neurologia, Geriatria, Psiquiatria e Genética da UNIFESP, conta com o apoio irrestrito da reitoria da UNIFESP e também da direção do Hospital São Paulo.

Em 2008 a OptionMaker participou do evento organizado pelo núcleo, com o sistema de interatividade nas apresentações médicas e estudos de casos clínicos.

Agora em 03/10/2009, mais uma vez estivemos com o NUDEC no I Congresso da Memória.
O sistema de Instantâneo Feedback colaborou para enriquecer as apresentações e fomentar a pesquisa, durante as palestras da Dra.Viviane Abreu, Dra. Maisa Carla Kairalla, Dr. Jose Roberto Wajman, Dr. Teresa Cristina Lopes Romio, e Dr Ivan Hideyo Okamoto.

O sistema de Instantâneo Feedback é a melhor ferramenta para apresentar em tempo real, de forma discreta, e com a objetividade necessária, todas as opiniões de um grupo de pessoas durante o estudo de casos relatando situações dos pacientes com o Doença de Alzheimer e os diferentes mecanismos de conduta para o melhor tratamento.

Risk Map / Gerenciando Riscos - Instantâneo Feedback

14 de Outubro de 2009 @ 00:00 por OptionMaker - Paulo Peres

A OptionMaker, atua em atividades desenvolvidas por empresas de consultoria… (McKinsey, Boston Consulting Group, A.T. Kearney). A Fundação Dom Cabral também usa o sistema de votação interativa em alguns projetos. Recentemente estivemos trabalhando com a Deloitte.

O sistema de Instantâneo Feedback é uma ferramenta que auxilia na medida em que o grupo de executivos reunidos em uma atividade de avaliação das estratégias e riscos pode opinar sincera e anonimamente sobre qualquer ponto apresentado pela liderança. O sistema de Instantâneo Feedback apresenta mapas com ranking Impacto versus Probabilidade, Importância versus Desempenho, etc.. contribuindo desta forma para a analise de toda liderança, sendo, portanto uma excelente ferramenta para auxiliar na tomada de decisões.

Gestão do risco, significa fazer a análise, controle e seguro ideal dos riscos de uma empresa. Visa antecipar, analisar e valorizar os riscos de funcionamento da empresa de modo a minimizá-los. Implica aperfeiçoar a relação qualidade/custo dos diferentes seguros da companhia.

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Safety Day 2009 - Do the Right Thing

23 de Julho de 2009 @ 13:37 por OptionMaker - Paulo Peres

icon1 - icon1FAZER A COISA CERTA.

eficiência = ‘fazer certo a “coisa”’;

eficácia = ‘fazer a “coisa” certa’;

efetividade = ‘fazer a “coisa” que tem que ser feita’;

Definições que emprestam um senso simplório aos conceitos, mas muito prático em função da mneumonização pela utilização de igual prefixo na conceituação – ‘fazer a “coisa …’, “coisa” - no sentido de ação (evento) ou resultado de uma ação.” Por Wagner Herrera

No Brasil e em outras unidades operacionais da Shell no mundo aconteceu o evento Safety Day 2009 para re-enfatizar o seu principal enfoque e compromisso sobre a aplicação de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (HSA), em local de trabalho.

Safety Day é o dia em que todos os empregados e contratados se reúnem para centrar-se sobre o tema segurança e planejar os próximos passos da viagem Shell rumo Goal Zero.

O principal ponto destacado reiterou que segurança depende de todos escolherem fazer a coisa certa, na hora de tomar uma decisão.
Lembrando que esta decisão pode impactar na própria segurança ou de um colega.

Analisando situações vividas no dia-a-dia, o grupo participou de uma dinâmica interativa, apresentando as diferentes opiniões em discussões sempre esclarecedoras quanto a decisão por escolher a opção em fazer a coisa certa. Garantindo a própria segurança e de toda equipe.

Alinhado com o tema do ano passado, Fazer a coisa certa, baseia-se em “pequenas alterações: grande diferença”, e propõe a continuidade em refletir sobre a contribuição pessoal para a Segurança de todos. A ênfase deste ano não foi apenas em relação à extensão do empenho pessoal nas decisões cotidianas que tomamos, mas também sobre o trabalho em equipe para pensar no que poderia ser permanente na maneira de fazer a coisa certa.
Em essência, Safety Day 2009 teve duas áreas de foco:

- Líderes - criação de condições no local de trabalho para que todos se sintam habilitados a fazer a coisa certa

- Indivíduos - tomando responsabilidade por seus atos e, quando confrontados com uma decisão, escolher sempre fazer a coisa certa

o consenso:

- construir o conhecimento e habilidades necessárias para fazer a coisa certa
- trabalhar para a criação de condições que irão capacitar a todos em “fazer a coisa certa”

Instantâneo Feedback

14 de Julho de 2009 @ 15:53 por OptionMaker - Paulo Peres

AS BARREIRAS À COMUNICAÇÃO HUMANA E SUA MINIMIZAÇÃO

A) TIPOS DE BARREIRAS

1. LIMITAÇÃO DA CAPACIDADE DO RECEPTOR

O receptor tem uma capacidade, capacidade essa relativa ao seu grau cultural, aos seus interesses e ao seu modo de ver o mundo. A expressão “perda da informação” sugere um déficit mecânico, como o vazamento de água por um cano. Churchill observou: “Quando há uma inundação não se modificam os hábitos do cano de quatro polegadas. Continua a transmitir o seu fluxo costumeiro, rejeitando prazenteiramente o resto”.

2. DISTRAÇÃO

São todos os fatores extrínsecos que interferem na recepção da mensagem. É mais conhecido como os ruídos na fórmula E-c-M-d-R, onde E (emissor), c (código), M (mensagem), d (decodificação) e R (receptor).

Fatores extrínsecos são aqueles que não se relacionam com o significado nem com a interpretação do tema.
Podem ser: clarão ofuscante, um ribombo atroador, telefonema inesperado, conversa sobre o mesmo tema de que o receptor está tentando seguir.

3. PRESUNÇÃO NÃO ENUNCIADA

Muitas informações são perdidas porque o orador pressupõe que o receptor já saiba o significado do termo que lhe vai comunicar. Nesse caso, deve-se considerar a ignorância do receptor e não a sua predisposição.

4. APRESENTAÇÃO CONFUSA

A comunicação de assuntos, sem uma ordem lógica e coerente, dificulta a formação de imagens na cabeça do receptor. Não a tendo de imediato, começa a focar outras imagens, que nada têm a ver com o tema em questão. Nesse caso, o receptor opõe-se, tanto afetivamente quanto inconscientemente, ao teor da mensagem do emissor.

5. REPRESENTAÇÃO MENTAL

O ouvinte não é uma estátua. Ao mesmo tempo em que ele recebe os dados, ele vai formando uma imagem afetiva do que está sendo comunicado. Observe quanto o carisma de um emissor consegue que sua mensagem seja recebida. Uma voz melodiosa, como a dos radialistas, também chama a atenção do ouvinte. Por outro lado, pense naquela pessoa que tem fama de faladora. Mal começa a falar, o seu discurso parece que não tem mais fim.

6. CREDIBILIDADE

Como algumas pessoas contam com mais credibilidade que as outras, temos a tendência de acreditar nessas pessoas e descontar a informações recebidas de outros. A autoridade e o status têm um peso muito grande.

7. DISTÂNCIA FÍSICA

Resultados de pesquisas têm sugerido que a probabilidade de duas pessoas se comunicarem decresce proporcionalmente ao quadrado da distância entre elas.

8. DEFENSIDADE

Quando os ouvintes têm um conceito já formado de algum orador, eles acabam se colocando na defensiva, impedindo que os seus ouvidos participem da comunicação interpessoal.

B) COMO MINIMIZAR AS BARREIRAS

* Usar linguagem apropriada e direta
* Fornecer informações claras e completas
* Usar canais múltiplos para estimular os vários sentidos do receptor (visão, audição etc.)
* Comunicação face a face. Observe que os políticos, em época de eleição, falam da campanha corpo a corpo.
* Escuta ativa. Não permitamos que os oradores falem para nós. Participemos ativamente da comunicação.
* Empatia. Colocar-se na posição ou situação da outra pessoa, num esforço de entendê-la

azul Option - azul Option - INSTANTÂNEO FEEDBACK